Arte
Amadeo Luciano Lorenzato (1900–1995) fez de Belo Horizonte o centro de uma pintura construída a partir da proximidade. Depois de quase três décadas na Europa, voltou ao Brasil e passou a viver na região da Cabana do Pai Tomás. As ruas, as casas, os terrenos, as montanhas e as cenas mais simples do dia a dia tornaram-se parte de seu repertório.
Existe um instante curioso diante de uma obra de Vik Muniz. Primeiro reconhecemos uma imagem. Depois percebemos que ela é feita de algo completamente inesperado. É nesse intervalo entre reconhecer e descobrir que seu trabalho acontece.
Pensar a trajetória de Amilcar de Castro em Belo Horizonte é reconhecer que sua obra não se limita ao campo da escultura. Ela também atravessa a história da Escola Guignard, instituição que ocupa um lugar singular na formação da arte brasileira e cuja influência se confunde com a construção de uma identidade artística para a cidade.
Segundo a ArtPrice, pela primeira vez na história dos leilões, o volume de negócios anual total de Ed Ruscha foi superior ao do mestre impressionista, Claude Monet, nome constantemente presente nos rankings anuais de leilões, tanto com obras específicas como nos volumes de vendas totais de cada ano.
O próximo leilão de arte da Blombô trará, pela primeira vez, obras de grandes artistas brasileiros e estrangeiros, provenientes de importantes coleções privadas, como do casal Plínio e Luisita Salles Souto cuja procedência é do colecionador Jean Boghici. São obras de artistas nacionais como Antonio Dias, Anna Maria Maiolino, Arcangelo Ianelli, Carybé, Ismael Nery, Di Cavalcanti, Mariana Palma, Sergio Camargo, entre outros, até os estrangeiros que vai de Marc Chagall, passando por Gustave Singier até Harry Bertoia. O pregão será realizado apenas online via site da empresa (https://blombo.com/) em 4 de setembro, quarta-feira, às 20h. Antes de serem leiloadas, as obras, que compõem a mostra “Arte sem fronteiras: Modernismo e Contemporaneidade”, estarão em exibição na Galeria Blombô, no Jardim Europa, de 28 de agosto a 7 de setembro.
A compra de obras de arte online é uma tendência que veio para ficar. Tendo saltado de 6 bilhões de dólares em 2019 para 12,4 bilhões em 2020, as transações online atingiram seu auge em 2021, totalizando 13,3 bilhões de dólares. Os dados são do relatório da Art Basel & UBS, pesquisa de maior credibilidade do mercado, publicado em março de 2024.
Obras raras, algumas delas nunca antes expostas, compõem o próximo leilão de arte da Blombô a ser realizado, apenas online via site da empresa (https://blombo.com/) nos dias 16 e 17 de julho, às 20h. A seleção que também marca o centésimo leilão da empresa, traz desde cânones da Arte Moderna com nomes como Alberto da Veiga Guignard, Alfredo Volpi, Di Cavalcanti e José Pancetti, passando pelo movimento abstrato no qual temos Arcangelo Ianelli, Antônio Bandeira, Yolanda Mohalyi e Tomie Ohtake, até nomes importantes da atualidade como Alex Cerveny, Fabio Miguez, Mariannita Luzzati e Nelson Leirner. Antes do leilão, as obras serão expostas na mostra “Cores e Abstrações: Um Século de Arte Brasileira” e exibidas entre 8 a 16 de julho na Galeria Blombô, no Jardim Europa.
Os institutos, fundações ou projetos de artista tem um papel essencial na preservação do legado e na organização de informações sobre nomes importantes das Artes Visuais. Eles são fundamentais para garantir que a contribuição cultural e artística dos criadores seja reconhecida, valorizada e acessível às futuras gerações.
Leilões da Christie's, Sotheby's e Phillips somam mais de US$ 1.3 bilhão no mês de maio em Nova York
Christie’s, Sotheby’s e Phillips, três das maiores casas de leilões do mundo, somaram, no mês de maio, um total de US$ 1.3 bilhão nas arrematações de Arte Moderna e Contemporânea em Nova York, atingindo valores recordes de artistas.
Os dias 28 e 29 de maio serão marcados pelo 97º leilão de arte da Blombô, uma das mais importantes plataformas de leilões online do Brasil e que colocará a pregão obras de artistas representativos do modernismo e da pintura figurativa como Candido Portinari e José Pancetti até grandes artistas que frisaram o abstracionismo brasileiro como Tomie Ohtake, Manabu Mabe, Arcangelo Ianelli, entre outros.
