Arte
Uma grande seleção de arte brasileira de artistas como Daniel Senise, Alex Cerveny, Artur Pereira, Gonçalo Ivo, Ubi Bava, Rubem Ludolf, Chico da Silva, Nilda Neves, Mário Cravo Neto, além do americano David Salle e do ítalo-brasileiro Eliseu Visconti, compõem o 95º leilão a ser realizado pela Blombô, uma das mais importantes plataformas de leilões online do Brasil. Há de citar que, para esse pregão, a escolha pelas obras traz artistas em destaque na atual Bienal de Veneza como Maria Bonomi, Amadeo Luciano Lorenzato, Danilo Diprete, Judith Lauand, entre outros. Sob o comando da leiloeira Flávia Cardoso Soares, o pregão que vai leiloar 164 obras acontece dia 7 de maio, terça-feira, às 20h, no site https://blombo.com/ Antes do leilão, as obras podem ser vistas na mostra “xxx” em exibição na Galeria Blombô, de 2 a 7 de maio, no Jardim Europa, São Paulo.
O 93º leilão de arte Blombô, uma das mais importantes plataformas de leilões on-line do Brasil, que vai acontecer em 02 de abril de forma híbrida – online e presencial – às 21h, trará obras raras de grandes nomes do modernismo como Ismael Nery, Alfredo Volpi, Alberto da Veiga Guignard, Portinari, entre outros. Antes do leilão, as 70 obras podem ser vistas em exibição na Galeria Blombô, de 27 de março a 12 de abril. Entre os destaques da mostra “De Portinari a Metaesquema: uma exposição para lembrar”, a obra “Figura de Mulher” de Ismael Nery (1929) é uma das mais importantes. O óleo sobre cartão possui 38 x 46,4 cm e está reproduzido no livro de maior relevância sobre o artista – “Ismael Nery”, por Antonio Bento, publicado pela editora Gráficos Brunner, SP, 1973. Para o leilão, “Figura de Mulher” começa com lance em R$ 1,7 milhão e, ao todo, as 70 obras ultrapassam R$ 12 milhões em valores de lance inicial.
Uma série de trabalhos de Oswaldo Goeldi (1895-1961) que ilustrou "Obras Completas" do escritor russo Fiódor Dostoiévski, publicado no Brasil pela Editora José Olympio na década de 1940, é parte do próximo leilão a ser realizado pela Blombô. Assim como as criações de Goeldi, obras de outros grandes artistas como Aldo Bonadei, Arcangelo Ianelli, Vik Muniz, Rubens Gerchmann, Raymundo Colares, Bruno Giorgi, Emanoel Araújo, Francisco Stockinger, entre outros, são parte de uma importante coleção particular. O pregão acontece dia 20 de fevereiro no site da Blombô: https://blombo.com/leiloes
O curador da Bienal de Veneza, Adriano Pedrosa, anunciou recentemente os artistas brasileiros que farão parte da exposição principal da 60ª Bienal de Veneza, que acontece entre 20 de abril e 24 de novembro de 2024.
O marketplace da Blombô conta com diversas obras de Mira Schendel (Suíça, 1919—Brasil, 1988), uma das artistas latinoamericanas mais importantes do século XX.
Diferentemente do abstracionismo informal – representado em nosso 88º Leilão de Arte por artistas Manabu Mabe e Danilo di Prete –, o abstracionismo geométrico registra a racionalização que depende de análise intelectual. As formas e as cores devem ser organizadas de tal maneira que a composição resultante seja apenas a expressão de uma concepção geométrica. O movimento foi influenciado pelas vanguardas modernas do Cubismo e Futurismo.
O Brasil, grande celeiro das artes plásticas, ganha ainda mais protagonismo quando o assunto é arte popular, que tem como definição a ‘arte da intuição’, ou seja, são criações de enorme expressão estética, mas que surgem do olhar e das mãos de artistas que, necessariamente, não frequentaram escolas de artes.
Alberto da Veiga Guignard, um dos expoentes da pintura modernista brasileira, foi professor, pintor, desenhista, ilustrador e gravador. Nascido em fevereiro de 1896, em Nova Friburgo, Rio de Janeiro, viveu um período no exterior, onde pode estudar pintura na Academia de Belas Artes de Munique. Alguns anos mais tarde já de volta ao Brasil, muda-se para Belo Horizonte a convite do então prefeito Juscelino Kubitscheck. O ano era 1944 e Guignard instala e passa a dirigir o Instituto de Belas Artes da cidade, local em que começou a lecionar desenho e pintura e por onde passam Amílcar de Castro, Farnese de Andrade, Lygia Clark, entre outros.
Sobrinha de Candido Portinari pintou de pitorescas cenas do interior a enigmática Via Láctea
Volpi é o artista do mês na Blombô. Ao mesmo tempo popular e erudito, conseguiu construir um corpo de trabalho muito coerente nestes dois aspectos. De origem humilde, quando jovem Volpi trabalhou na construção civil, especializando-se na pintura decorativa de paredes. Autodidata, seu interesse pelo popular ganhou força a partir da década de 40, quando passou a realizar retratos religiosos e representações de festejos populares. Neste ensejo surge a sua maior marca, as famosas bandeirinhas — e de fachadas coloniais brasileiras.
O 62º Leilão da Blombô entra no ar, nesta semana, sob a temática open, com trabalhos de grandes artistas contemporâneos como Mariana Palma, Amilcar de Castro, Beatriz Milhazes e Nelson Leirner. Dentre os artisas consagrados de décadas anteriores, podemos citar Di Cavalcanti, Ibere Camargo Djanira, Poteiro e Guignard.
O desenho foi a primeira expressão do homem inclusive o nome Blombô se refere ao desenho rupestre, a descoberta do desenho mais antigo já encontrado ocorreu na caverna Blombos na África do Sul há mais de 70 mil anos.