Arte
O domingo de Aleluia sinaliza a última semana de quaresma, seguido pela Sexta feira Santa e Páscoa, são datas que compõem um período que nos remete à reflexão e aos rituais religiosos.
Conectada com as transformações no mundo digital, a Blombô apresentará um stand cheio de novidades envolvendo arte e tecnologia na SP-Arte.
Sobre o tema da Arte Moderna, a seleção de obras foi composta de forma mais ampla, incluindo algumas obras de arte contemporânea com influência modernista, e fotografia. Confira o catálogo.
Há exatamente um ano, no dia 11 de março, a Christie's estava leiloando a obra "The First 5,000 Days”, de Beeple por U$69 milhões, um fato, um ato, um marco que colocou de vez a cripto arte e o NFT no vocabulário mundial. Desde então, as agitações envolvendo tecnologia, criptografia e arte entraram em combustão. Players do mercado de arte tiveram que olhar para um mundo que não era mais o mesmo.
Confira a agenda das principais exposições com o tema do centenário da Semana de Arte Moderna no Brasil
Neste mês celebra-se o centenário da Semana de Arte Moderna, marco oficial do modernismo brasileiro
A seleção reúne quase 100 obras que fizeram parte de importantes exposições no Brasil e no exterior de artistas das melhores galerias do país como Gentil Carioca, Millan, Fortes D'aloia e Gabriel, Zipper e outras.
Este mês escolhemos tratar sobre a fotografia como técnica artística. Embora não haja uma clareza sobre a data da invenção da fotografia, é considerado que, em 1839, a imagem de View of the Boulevard du Temple tenha sido oficialmente a primeira fotografia. Tornando-se um dos marcos mais importantes de entrada no mundo moderno, juntamente com a revolução industrial e todas as invenções que fazem parte do nosso mundo hoje, como gravações de som, lâmpada elétrica e rádio.
Neste mês homenageamos o pioneiro da arte cinética Abraham Palatnik (1928-2020). Reconhecido internacionalmente, seu primeiro destaque foi a obra Aparelho Cinecromático, incluída na 1ª Bienal de São Paulo, em 1951. Depois disso teve seus trabalhos expostos em sete edições da Bienal de São Paulo, entre 1951 e 1963, e nas bienais de Veneza (1964) e Córdoba (1966), e em mostras individuais e coletivas na Europa e nos Estados Unidos.
Um dia, quando Faig Ahmed tinha sete anos, seus pais o deixaram brincando em seu quarto, no tapete que pertencera à avó de sua mãe. Ahmed traçava padrões no tapete, os dedos procurando uma maneira de viajar da borda ao centro – todo o desenho parecia-lhe um labirinto. Então ele teve um estalo: pegou uma tesoura grande e cortou a borda “para ficar mais fácil”. Depois que começou, foi difícil parar. Ele cortou o tapete cada vez mais em pedaços, “tirou um padrão daqui e moveu para lá”.
Durante todo o mês de julho, a Blombô disponibiliza uma seleção especial de fotografias do artista, reconhecido por suas séries produzidas em diversas partes do mundo.
