Arte
18º Leilão Blombô | Artefacto
Museu a céu aberto ocupa antiga usina de açúcar em PE
Edição vai ser online e presencial
O MIS Experience – criado pelo Governo do Estado de São Paulo e pelo Museu da Imagem e do Som, em parceria com a TV Cultura – será aberto ao público a partir do dia 02 de novembro, sábado, com a exposição Leonardo da Vinci – 500 Anos de um Gênio. O novo centro cultural tem mais de 2.000 m² e está localizado na antiga marcenaria da TV Cultura. Todo o projeto foi orçado em R$ 8,5 milhões, custeados pela iniciativa privada.
Há cerca de duas semanas o artista britânico Banksy abriu uma pop-up store em Croydon, cidade que fica ao sul de Londres. A loja se chama Gross Domestic Product - Produto Interno Bruto, em português. O espaço físico é na verdade apenas um show room que nunca abre suas portas, e deve encerra-las em breve, para mostrar uma linha de produtos oferecida pelo próprio artista.
Está no ar o 14º Leilão Beneficente em prol da ONG Anima, realizado pela Galeria Luisa Strina. A entidade sem fins lucrativos realiza um importante atendimento de assistência e educação para jovens, adultos e famílias em vulnerabilidade social.
Arthur Bispo do Rosário (1911 - 1989) passou 50 anos de sua vida entre idas e vindas de manicômios. Diagnosticado como esquizofrênico-paranóico, produzia suas peças dizendo que essa era uma tarefa imposta pelas vozes que dizia ouvir. Assim, intercalando períodos de internação e de trabalhos diversos como na Marinha Brasileira ou na companhia de eletricidade Light, foi criando com o que tinha à mão: bordava usando a linha do uniforme de interno que desfiava, lençóis, roupas, pegava canecas de alumínio, colheres, caixas de madeira e tudo mais que pudesse lhe servir. Para ele não era arte, mas sim um inventário a ser deixado para o dia do Juízo Final. Foi apenas no ano de 1980, com uma reportagem do programa de tv Fantástico sobre a situação da Colônia Juliano Moreira e que mostrava suas obras agrupadas no quartinho em que vivia, que chamou a atenção como artista visual. Dois anos depois, o crítico de arte Frederico Morais incluiu suas obras na exposição "À Margem da Vida", realizada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Como o próprio nome já diz, a Arte postal era enviada pelos serviços de correio. Teve grande expressão no Brasil e nos Estados Unidos nas décadas de 1970 e 1980. Lá, era plena Guerra Fria; cá, vivíamos a ditadura militar. A arte postal, portanto, carregava características desses períodos e buscava fazer circular informação, protesto e denúncias.
Estranho pensar nisso, mas sim, a arte esteve presente em muitas guerras e conflitos e, ainda hoje, participa de algumas. Não apenas como tema de obras, mas com artistas efetivamente lutando ou sendo contratados pelo governo para retratar o que acontecia nas frentes de batalha em pinturas, desenhos e cartuns.
O 12º Leilão da Blombô está no ar! São tantos lotes e tanta coisa incrível que nós do Blog resolvemos dar algumas dicas de obras que se destacam pelo estilo, pela importância ou pela novidade. Mas não esqueça de passar por todo o catálogo para ver se algum outro lote chama sua atenção. Quem sabe não era exatamente o que você estava procurando?
Alguns são brasileiros, mas seus nomes podem confundir; outros parecem brasileiríssimos, mas nasceram bem longe daqui!
Mais de dois séculos e meio depois especialistas estão devolvendo a obra "Moça lendo uma carta à janela" à sua composição original. Já era sabido desde 1979 que havia um cupido por baixo da pintura, quando foi feito um exame de raio x do quadro. Acreditava-se então que o próprio Vermeer havia escondido a figura. Em 2017, o restaurador Christoph Schölzel do Staatliche Kunstsammlungen Dresden (o nome é complicado, mas a explicação não: o lugar é uma instituição cultural em Dresden, Alemanha) começou a trabalhar na obra e fez uma extensa pesquisa. Raio x, reflectografia de infravermelho e análises microscópicas foram reavaliados. O estudo incluiu também uma análise detalhada das camadas ocultas, pesquisa do histórico de restaurações do quadro e comparações com outros quadros e restaurações do artista. Depois de tudo isso, a conclusão foi taxativa: o quadro havia sido modificado décadas depois da morte de Johannes Vermeer em 1675.