Homens com Facas – da série Menino de Engenho.(1.) Homens com Facas – da série Menino de Engenho.(2.)
Homens com Facas – da série Menino de Engenho.(1.)

Candido Portinari

Homens com Facas – da série Menino de Engenho Outra sobre Papel 36 x 28 cm (ME) | 18 x 16 cm (MI)
de: R$10.000,00 26% Economize R$2.600,00
por: R$7.400,00


Catalogado sob o nº BR 2103 da Galeria Bonino - Adquirido do Escritório de Arte Soraia Cals. Um exemplar reproduzido sob o nº 4656 (FCO832), na página 458 do livro Cândido Portinari: Catálogo Raisonné (Rio de Janeiro: Projeto Portinari-Petrobras, 2004), vol. 4. Tiragem única de 100 exemplares, produzida para a edição de agosto de 1959 da Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil.


Candido Portinari (Brodósqui, São Paulo, 1903 - Rio de Janeiro, 1962) foi um dos mais importantes pintores brasileiros do Modernismo, cujas obras alcançaram reconhecimento internacional. Desde jovem, demonstrou grande habilidade para o desenho e a pintura, motivando-o a perseguir sua paixão artística. Aos 18 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se matriculou na Escola Nacional de Belas Artes.

Ganhou o Prêmio Viagem ao Exterior no Salão Nacional de Belas Artes em 1928, permitindo-lhe estudar na Europa. Durante sua carreira, Portinari pintou uma série de obras que refletiam temas sociais, como "Café" e "Emigrantes", e painéis históricos notáveis, incluindo "Guerra e Paz" para a sede da ONU em Nova Iorque. Outras obras significativas incluem "A Primeira Missa no Brasil", "São Francisco de Assis", e "Tiradentes".

Portinari é lembrado não só por suas pinturas vibrantes e cheias de vida mas também por seu envolvimento ativo em questões sociais e culturais. Seu legado perdura através de suas contribuições artísticas e pelo impacto significativo que teve na arte brasileira e mundial. A morte do artista em 1962 foi atribuída à intoxicação por chumbo, uma trágica consequência do contato prolongado com tintas à base de chumbo usadas em suas obras.


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