Candido Portinari

Cabeça de Homem Gravura em metal Assinada 22 x 18 x 4 cm H.C

Portinari gravura a água-forte med. 18 x 14 cm . assinado 1946 Exemplar H.C. Reproduzido no Raisonné do artista no vol. III, na pág. 159. Registro 2499 [FCO 855]

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Portinari gravura a água-forte med. 18 x 14 cm . assinado Exemplar H.C. Reproduzido no Raisonné do artista no vol. III, na pág. 159. Registro 2499 [FCO 855]. Emoldurado


Candido Portinari (Brodósqui, São Paulo, 1903 - Rio de Janeiro, 1962) foi um dos mais importantes pintores brasileiros do Modernismo, cujas obras alcançaram reconhecimento internacional. Desde jovem, demonstrou grande habilidade para o desenho e a pintura, motivando-o a perseguir sua paixão artística. Aos 18 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se matriculou na Escola Nacional de Belas Artes.

Ganhou o Prêmio Viagem ao Exterior no Salão Nacional de Belas Artes em 1928, permitindo-lhe estudar na Europa. Durante sua carreira, Portinari pintou uma série de obras que refletiam temas sociais, como "Café" e "Emigrantes", e painéis históricos notáveis, incluindo "Guerra e Paz" para a sede da ONU em Nova Iorque. Outras obras significativas incluem "A Primeira Missa no Brasil", "São Francisco de Assis", e "Tiradentes".

Portinari é lembrado não só por suas pinturas vibrantes e cheias de vida mas também por seu envolvimento ativo em questões sociais e culturais. Seu legado perdura através de suas contribuições artísticas e pelo impacto significativo que teve na arte brasileira e mundial. A morte do artista em 1962 foi atribuída à intoxicação por chumbo, uma trágica consequência do contato prolongado com tintas à base de chumbo usadas em suas obras.


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