Dionísio Del Santo

Dionísio Del Santo

Brasil

Dionísio Del Santo, após estudar no Seminário São Francisco de Assis em Santa Teresa, Espírito Santo, entre 1932 e 1939, começa seus primeiros desenhos no início da década de 1940. Muda-se para o Rio de Janeiro em 1946, iniciando sua carreira em pintura e frequentando aulas de modelo vivo e teoria das cores na Associação Brasileira de Desenho (ABD). Del Santo também trabalha com publicidade e artes gráficas. Em 1952, começa a explorar a xilogravura e serigrafia, tendo uma produção expressiva nesta última. No final dos anos 1950 até meados da década de 1960, suas obras alinham-se aos princípios do movimento concreto, embora se mantenha distante do debate entre concretos e neoconcretos. Entre 1964 e 1966, cria trabalhos em guache que misturam geometria e figura. Sua primeira exposição individual ocorre em 1965 na Galeria Relevo, no Rio de Janeiro. A partir da metade dos anos 1960, dedica-se à arte abstrata, com foco em serigrafia. Recebe o prêmio de aquisição na 9ª Bienal Internacional de São Paulo em 1967. Nos anos 1970, destaca-se a série "Cordéis", que reflete influências da arte cinética. Em 1975, é premiado com o Prêmio de Melhor Exposição de Gravura do Ano pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA). Realiza retrospectivas no Paço Imperial, no Rio de Janeiro, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP) entre 1989 e 1990, e no Museu de Arte do Espírito Santo (Maes) em 1998. Mais de 70 obras entre serigrafias e xilogravuras do artista integram o acervo do Maes.

Obras do Artista

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